DIRETOR DO HOSPITAL ALDENORA BELLO É PROCESSADO POR RACISMO

O diretor financeiro do Hospital Aldenora Bello, Ruy Lopes Freitas, está  sendo processado em uma Ação de Responsabilidade Civil por “danos morais motivados por assédio moral racista no âmbito de trabalho”. De acordo com a denúncia, com Boletim de Ocorrência já registrado, Lopes teria inquirido uma ex-funcionária sobre as tranças de seu cabelo e, em seguida, afirmado que ela não poderia trabalhar no hospital porque o “adorno” era proibido por uma norma interna.

DOCUMENTO CONTENDO AÇÃO DE RACISMO CONTRA O DIRETOR

O fato ocorreu em dezembro do ano passado. Além de deturpar a norma que considera adornos alianças, anéis, piercings, pulseiras, relógios, colares, brincos, broches, gravatas, crachás pendurados em cordão, o diretor chegou a afirmar que as outras funcionárias não estavam usando toucas porque teriam cabelos “lisos”, em uma manifestação explícita de racismo.

O CONSTRANGIMENTO RELATADO PELA VÍTIMA É EXPOSTO NO PROCESSO

Segundo relata o blog do Felipe Mota, a ex-funcionária “ficou tão  constrangida com o ato arbitrário e racista do diretor do hospital que não conseguiu mais trabalhar e foi encaminhada pra humanização do hospital, onde tem psicólogos”.

One comment

  1. só porque as outras funcionárias tem cabelos lisos elas podem só pq são cabelos lisos e eles não caem não contaminam tb esse diretor e uma peste de ser humano pq o certo e todos usarem toucas esse é o certo

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