40% DOS MARANHENSES SÃO MÃO DE OBRA SUBUTILIZADA

O IBGE acaba de divulgar que 18 estados tiveram taxa média de informalidade maior que a nacional, variando de 41,2%, em 2019. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) e apontam ligeira queda no desemprego, mas mostram taxas recordes de informalidade em diversos estados brasileiros.

Percentual alarmante – O Maranhão ficou entre os estados com as maiores taxas médias anuais de subutilização com 40,5%, abaixo apenas do Piauí (42%), acima de Santa Catarina (10,9%), Mato Grosso (15%) e Rio Grande do Sul (15,6%). A população ocupada no Brasil cresceu irrisórios 2%, explicada por alguns analistas pelo aumento da informalidade. Os 40% de maranhenses incluídos na situação de subutilizados são um percentual alarmante, considerando que a taxa média anual de subutilização, em 2019, ficou em 24,2%.

MARANHÃO POSSUI 40,5% DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE DE OBRA SUBUTILIZADA. O BRASIL POSSUI 24,2%

A subutilização leva em conta: pessoas desocupadas (que não trabalham, mas procuraram trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa); pessoas que gostariam de estar trabalhando mais horas por dia; pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa, ou procuraram, mas não estavam disponíveis para trabalhar no momento da pesquisa.

Ao que tudo indica, o portfólio de indicadores sociais e econômico do Maranhão atual será o maior adversário do projeto de poder do governador Flávio Dino (PCdoB), que flerta com voos mais altos na política nacional.

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